Autoridades catalãs tratam o homicídio como crime de gênero enquanto o governo brasileiro presta apoio aos familiares
Uma corrente de solidariedade tenta viabilizar o retorno ao Brasil do corpo da brasileira Camila Kellem da Silva Caldas, de 34 anos, morta na Espanha. Com custo estimado em R$ 90 mil, o processo de repatriação motivou parentes e amigos da vítima a abrirem uma campanha de arrecadação emergencial, que contabilizava pouco mais de R$ 18 mil até esta quinta-feira (30/07).
O crime ocorreu na última terça-feira (28/07), no distrito de Sant Martí, em Barcelona, onde a amazonense residia há uma década. Camila foi atacada a facadas na frente dos dois filhos, de 4 e 8 anos.
O companheiro dela, o dominicano Yarman Gomeres, apresentou-se espontaneamente à polícia da Catalunha e está preso. Tratado abertamente como feminicídio pelo presidente catalão, Salvador Illa Roca, o assassinato é apurado pelas autoridades espanholas sob a classificação de violência de gênero.
Enquanto o Consulado-Geral do Brasil em Barcelona presta assistência consular às crianças e acompanha o inquérito, a família concentra esforços na logística funerária internacional. Quem quiser colaborar com o custeio do transporte pode enviar doações por meio do Pix (CNPJ: 53.992.651/0001-71) ou pela página oficial da vaquinha online.








